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Por: Vera Fraga

15/01/2009

 

Foi pela primeira vez apresentado em meados de Agosto do ano passado, com poupa e circunstância, pelos vários noticiários portugueses o lançamento do primeiro computador portátil português com acesso à Internet, de seu nome “Magalhães”. Este por sua vez é uma referência ao navegador português que fez a circum-navegação do mundo.

È um portátil, pequeno e de baixo custo, concebido para crianças entre os seis e os dez anos, sendo por sua vez também mais resistente ao choque e à água que os tradicionais. O “Magalhães”é gratuito para alunos que estejam inscritos no primeiro escalão da acção social escolar e custa 20 euros para as crianças do segundo escalão de acção social escolar. O custo para as crianças não abrangidas pelo apoio escolar é de 50 euros. O “Magalhães” pode ser levado para casa, nesse sentido os pais interessados em mais uma ligação à Internet poderão fazê-lo a custos reduzidos, junto dos operadores.

 O primeiro computador portátil produzido em Portugal, traz consigo a criação de uma nova fábrica e o alargamento do número de postos de trabalho na região norte do país, sendo que numa primeira fase, o “Magalhães” está a ser produzido num espaço que pertence à actual fábrica da JP Sá Couto, em Matosinhos.Com design e processador de última geração da Intel envolve também um consórcio que engloba também a Elitegroup Computer Systems, a Prologica e a Inforlândia.

Os primeiros computadores “Magalhães”deveriam ter sido entregues nas escolas no inicio do ano lectivo, fazendo parte do novo programa “e.escolinha”, no entanto tal facto não sucedeu, principalmente em grande escala na zona sul do país e nas Ilhas da Madeira e Açores. Não foi com grande espanto que me deparei com tal situação, aquando da estreia do novo programa “Nós por cá” da SIC, em que retratavam esta realidade num olhar entristecedor de crianças, alimentadas em nome de um número de propaganda política terceiro-mundista. O que aconteceu ainda está por se saber.

Um outro caso escandaloso retrata a negação pela directora Regional de Educação do Norte, relativamente aos rumores sobre os alunos de uma escola de Ponte de Lima que foram obrigados a devolver os computadores “Magalhães”, em que por sua vez muitos encarregados de educação reafirmam-no alegando que estes foram retirados às crianças após a sua apresentação. Isto leva-nos realmente a pensar na hipocrisia nos discursos feitos e sorrisos disfarçados em fotografias que servem só para pose de revista cor-de-rosa. Cabe-me assim, relembrar que para construir uma “casa”, começa-se pelos alicerces, não pelo telhado e o que este governo tem feito é tudo só para “inglês ver”, é que nem o próprio português chega a ver nada de nada, só amostras.

Pelos vistos, este mês do ano corrente os governos da República e dos Açores chegaram a acordo sobre o arranque do processo da introdução de computadores nas escolas açorianas do primeiro ciclo, menos mal, mas como se diz na gíria….a ver vamos para quando. Por sua vez, também se deu inicio á internacionalização do “Magalhães”, bem como a um novo modelo do mesmo, inovações existem mas pelos vistos só a nível tecnológico, porque de resto continuaremos à espera de soluções para atenuar lacunas antigas.

As notícias foram cuidadosamente feitas sobre este feito, de forma a dar ideia que o “Magalhães” é algo completamente novo e com origem em Portugal. É falso. E felizmente que existem pessoas comuns e profissionais atentas, porque tirando o nome e a capa exterior, tudo o resto é idêntico ao produto que a Intel tem estado a vender em várias partes do mundo desde 2006, inclusive através da Amazon, destinado ao terceiro mundo.

Por: Cristina Valente

7/01/2009

Aonde quer que vamos há sempre alguma a piscar-nos o olho. Seja no cabeleireiro, no café, no supermercado, estão em todo o lado. E o pior é que a maioria da população já não vive sem elas, as famosas revistas cor-de-rosa. Não vale a pena negar com “ ai tal até não ligo nada a isso e não tenho tempo para ler ”, não pega. Tenhamos ou não, arranjamos sempre tempo de ler uma ou outra, porque por mais que tentemos resistir, não conseguimos.

Há sempre alguma notícia mais badalada que nos impulsiona à descoberta da sua origem. Glamour, casamentos, divórcios, traições, tudo isto são acontecimentos que dão azo a muitos mexericos, e, principalmente especulações. O povo português adora novelas, e nada melhor do que passar o tempo a ler sobre as novelas dos outros. Nós somos curiosos, admitimos, gostamos de uma bom mexerico, mas as “senhoras” cor-de-rosa existem para atiçar o nosso voyeurismo. Usam e abusam de estratagemas inteligentes para nos aliciarem e prenderem ao seu consumismo. Algumas até nos presenteiam com brindes, estratégia muito bem conseguida para fazer face á concorrência, sim, porque neste mundo a concorrência é feroz. O mexerico pode ser muito bom, e até podemos dar uma espreitadela, mas se outra revista vier com um brinde, então a outra fica à espera de um curioso para se entreter.  

Devido à sua grande influência junto das massas, algumas figuras públicas usam este poder em seu proveito, umas para se autopromoverem, outras para defenderem os seus interesses. Estas revistas alcançaram um sucesso tal, que até os políticos, conscientes do seu poder, já aparecem nos eventos, sozinhos ou acompanhados, estão lá para dar o seu charme. Claro está que, se aperceberam que se aparecerem nestas revistas, atingem um alvo diferente daqueles que atingiam se aparecessem nos jornais ditos sérios. Exemplo disso é o Pedro Santana Lopes, que é mais conhecido por ser um “habitué” das noites portuguesas, do que propriamente como deputado e antigo primeiro-ministro.

E porque motivo as chamam de cor-de-rosa? Para começar, o cor-de-rosa é uma cor bonita, feminina, sensual, a cor do fantástico, do conto de fadas. Não é em vão que quando temos um bom sonho, dizemos que tivemos um sonho cor-de-rosa. Ora, estas revistas, transportam-nos para esse mundo ideal, onde tudo é bonito e perfeito, e quando não o é, mostram-no na mesma, porque o que interessa é vender, independentemente de ser bonito ou feio. No entanto, esse cor-de-rosa, por vezes muda de cor, começa a ficar mais para o rosa choque. O facto de nem sempre a imprensa reflectir a veracidade ou a realidade dos acontecimentos e a invasão da privacidade que tantas figuras públicas se queixam, são exemplo desse lado mais escuro. Portanto, chamar-lhes cor-de-rosa, até um certo ponto têm razão, mas por outro lado, de rosa não têm nada.

 

Contudo, a imprensa cor-de-rosa ganhou o seu estatuto dentro da nossa sociedade. O seu poder tanto pode fazer nascer uma estrela, como no outro dia faze-la desaparecer. A fama, nestas revistas, é uma coisa relativa. Mas, por mais que digam mentiras e inventem acontecimentos, o púbico gosta. Sempre dá para esquecer que estamos em crise e em recessão económica!

NOMEAÇÃO DE CONFIANÇA

Por: Joana Vieira

 

17/12/2008

Depois de quase um ano de campanhas, ataques e promessas. De vontades, mudanças e cepticismos. Um homem, uma mulher…antes adversários, agora unidos.

Tudo começou nas eleições para as directas do partido democrata, Barack Obama e Hillary Clinton lutavam por um lugar nas presidenciais. Enquanto o partido republicano tinha o seu líder mais que eleito – John McCain – na parte dos democratas as dúvidas ainda pairavam. De um lado, um homem jovem, com ideias fortes, mas que muitos consideravam como arriscadas de mais; do outro, uma mulher que conhecia bem os meandros da política, mas que iria viver muito na sombra do marido, Bill Clinton, dizia-se.

Os ataques foram-se sucedendo, mas as linhas de pensamento, essas continuavam idênticas. Depois de Barack Obama conseguir vencer Hillary Clinton nas directas, o próximo adversário seria McCain. Contudo e apesar da derrota, a mulher que desejava governar os destinos do país não desistiu e assim que Obama foi o escolhido para representar os democratas, Hillary Clinton declarou o seu apoio, defendendo a candidatura do até então seu adversário directo.

O senador do estado de Illinois, futuro candidato à Casa Branca, nunca disse que não ao apoio demonstrado por Hillary Clinton. Barack Obama sempre soube até onde podia ir a senadora, daquilo que era capaz se integrasse a sua equipa. Portanto, não se fez de rogado e para espanto de uns ou confirmações de outros, o presidente eleito convidou Hillary Clinton para desempenhar a função de secretária de Estado, um dos principais cargos diplomáticos da administração americana.

Com esta nomeação, Barack Obama deposita toda a sua confiança nas mãos de uma mulher e com ela pretende cumprir os objectivos de uma agenda internacional, segundo o próprio “ambiciosa”.

Hillary Clinton terá a partir de agora assuntos fortes em cima da sua mesa. Impedir o crescimento das armas nucleares ao Irão e à Coreia do Norte, procurar a paz entre israelitas e palestinianos e fortalecer instituições internacionais são alguns dos temas que Barack Obama quer ver resolvidos e para isso conta com o apoio e conhecimento de Hillary Clinton.

A tarefa não se adivinha fácil, mas Obama, ao longo da campanha, já deu cartas daquilo que é capaz, daquilo que quer. A mudança é muita, arriscada e até demorada. A nação americana estará na primeira fila a observar o trabalho da futura equipa do presidente, na esperança que a actual conjuntura social e económica se dissolva.

Prevê-se um trabalho árduo para Barack Obama, mas para já, um ponto conquistado: Hillary Clinton.

NATAL PARA TODOS

Por: Rafaela Ribeiro

15/12/2008

É verdade, já chegou o mês de Dezembro e consigo a época natalícia.

O Natal é magia… As ruas ficam todas iluminadas, as casas vestem-se de cores e luzes, as pessoas compram as prendinhas para os seus enteados, preparam os doces para a ceia onde mais tarde toda a família se reúne.

Apesar da crise económica, os centros comerciais nesta época estão sempre cheios, a prenda no “sapatinho” é quase que obrigatória. Nesta altura há uma correria exorbitante ao consumismo. Ainda há quem gaste o que pode e o que não pode e quem compre o que necessita e o que não necessita. Enfim…

O Natal é a junção das famílias que na maior parte das vezes não se vêm à meses e é a oferta de carinho e amor entre todos. As pessoas jantam e depois fazem jogos, cantam, dançam, brincam, etc.

No entanto acho que esta envolvência natalícia não deveria existir apenas nesta altura mas todo o ano o que infelizmente muitas vezes não se verifica.

A verdade do Natal é o nascimento de Jesus que é comemorado no dia 25 de Dezembro por todo o mundo. Fazem-se os pinheirinhos, presépios, coloca-se a meia na lareira e espera-se que o Pai Natal traga a prenda que pedimos.

Não posso deixar de reforçar que esta época, apesar do frio intenso, aquece a alma de qualquer pessoa. Até a música natalícia nos faz recordar os tempos de criança.

A neve é um símbolo do Natal e todas as crianças e até mesmo os adultos adoram brincar e fazer os bonequinhos de neve.

Há quem não desfrute de nada disto e apenas deseje comida e roupa no Natal. É injusto crianças terem 3 e 4 presentes e outras não terem nada.

Felizmente já existem campanhas que ajudam estas pessoas mais necessitadas, não custa nada dar um quilo de arroz ou massa. O Natal é isso mesmo, é ajudar o próximo. O que para nós é simples quilo de arroz para outra pessoa pode ser a ceia de Natal.

Nesta época tão harmoniosa devemos ser uns para os outros e nunca nos devemos esquecer que o Natal é e deve ser todos os dias. Mas claro que no mês de Dezembro é quando este desabrocha…

AVENIDA DA BODEGA

Por: Tiago Mendes

15/12/2008

Os erros urbanos são uma constante no nosso país: uns fruto do explosivo e atabalhoado crescimento de algumas cidades, outros resultado do diminuto conhecimento dos seus responsáveis. Isto significa que há uma falta de previsibilidade do surgimento de problemas inerentes a novas infra-estruturas ou empreendimentos, que se sobrepõem em termos de importância a quaisquer vantagens que delas possam advir.

Infelizmente, as aberrações urbanísticas são normais um pouco por todo o lado. O que é anormal é verificar que numa única avenida os erros seguem-se, aparentemente, sem fim à vista. Falo da Avenida da Noruega, que liga o centro de Vila Real ao Hospital, uma via que parece não ter mais descanso.

Tudo começou com as obras de intervenção do “nó do IP4”, importantes para uma melhor fluidez do trânsito quer naquele itinerário, quer na Avenida da Noruega. O essencial desta intervenção ao abrigo do “Programa Polis” foi concluído: o IP4 passou a ter uma única saída, em vez de duas, e foi construída uma rotunda que acabou com os cruzamentos e com as longas esperas dos automobilistas que se dirigiam para o centro, vindos da “via rápida”.

Tudo isto foi sem dúvida uma grande e excelente transformação naquela avenida. É pena não ter sido terminada, ainda. Os passeios à entrada do IP4 ficaram incompletos, e a berma da descida para o Hospital foi enchida com gravilha. Tal solução, foi literalmente, por água abaixo, uma vez que com as chuvas invernais este “resistente” material foi com a corrente pela estrada abaixo, deixando a berma como se por lá tivesse passado um furacão. Como “depois de casa roubada, trancas à porta”, finalmente foi lá colocado um passeio digno desse nome, ou pelo menos um mais estático.

Mais abaixo, um desorientado lençol de água escorria pelo monte até desaguar na valeta. Para corrigir tal desorientação foi criada “uma espécie de fonte” em pedra, tendo como objectivo afunilar a água para um tubo que a lançaria para o rego. A fonte foi construída, mas a água continua a escorregar desgovernadamente em direcção à estrada, cobrindo de uma cor “verde-lodo” as pedras do fontanário.

Até que, recentemente, chegou a Feira do Levante. Também esta trouxe algo de bom. O piso da estrada que leva ao Hospital não era digno sequer de um rebanho de cabras, muito menos de uma ambulância em serviço de urgência… O piso foi, portanto, renovado e as marcações também. Prevendo o grande afluxo de peões àquela zona, foram pintadas duas passadeiras num espaço de 50 metros. Justo, tendo em conta a comodidade dos visitantes da feira. Asneira, tendo em conta a quantidade de veículos que para lá se deslocavam antes da feira e que, por acréscimo, para lá passariam a deslocar-se com o estabelecimento desta.

Só depois do mal feito é que se percebeu que uma das passadeiras estava a mais. Solução? Impedir o acesso a uma delas colocando barreiras em ambos os lados da estrada… À primeira vista aquele local parece a meta de uma etapa de uma competição de ciclismo, mas são apenas medidas de segurança, de remedeio, pois claro. Assim, todas as terças e sextas o aparato não deixa de ser caricato, olhando a apertada segurança em torno dos peões e as longas filas de trânsito que se estendem em ambos os sentidos.

Obras como a do “nó do IP4”, da Feira do Levante, da Central de Camionagem ou mesmo do Pavilhão e das Piscinas Municipais são, ou serão, feitas com décadas de atraso, podendo estar adequadas para o momento em que são pensadas, mas completamente antiquadas em relação às necessidades da sociedade em que se inserem quando terminadas. Tudo isto demonstra não tanto a nossa falta de capacidade para evoluir, mas sim falta de visão. São frequentes as situações em que se torna necessário ajustar o que é novo, o que demonstra que somos bons a remediar aquilo que de forma negligente fazemos.

Por: Rui Moura Pinto

09/12/2008

Durante três anos, eu e uma pequena minoria reclamámos pelo facto de o bar do Complexo Pedagógico da UTAD não ter jornal.

Eu pessoalmente cheguei a reclamar tanto, que a senhora do bar pôs um ponto final na reclamação. “O patrão é que manda. O patrão não quer”. Eu sou bom a reclamar, mas se patrão manda e patrão não quer, nem o melhor reclamador do mundo pode fazer nada.

Não reclamei mais.

De facto o bar do Complexo era a excepção, tanto quanto me pareceu. O engenharias 1 tinha vários jornais. O CIFOP tinha sempre dois jornais. Mas o curso de jornalismo funcionava no Complexo. Cheguei a pensar que o ditado popular obedecia a vários critérios de cientificidade… “casa de ferreiro, espeto de pau”.

No meu quarto ano de Complexo vi o Público no bar. “Isto passou do oito para o oitenta”, pensei. Vim a saber que a senhora com quem eu reclamava tinha ascendido a patroa. Fizemos progressos.

Passado algum tempo, numa das minhas idas ao bar, o Público desaparecera. A patroa disse que o tinha comprado. Passados uns dias, li o público de manhã no bar, mas duas horas depois já andava alguém a queixar-se que este desaparecera. Estas e outras formas de ausência registaram-se mais três ou quatro vezes. Quem foi o raptor? Um extraterrestre? O governo? …

Ainda hoje de manhã se registou mais um desaparecimento. A patroa disse-me que assim vale mais não comprar.

Por: Gisela Lourenço

09/12/2008

O Vitória de Guimarães saiu vitorioso no jogo frente ao Leixões que se realizou, ontem, no estádio D. Afonso Henriques em Guimarães.

O Leixões deixou, assim, de ser líder do campeonato, dando o lugar ao Benfica que venceu, no passado domingo, o Marítimo por 6 bolas a zero. Resultado que a equipa encarnada não conseguia desde 1974, num jogo fora de casa.

O clube sensação do campeonato português teve, assim, a sua primeira recaída, deixando de ser líder da tabela classificativa. Apesar deste percalço, o treinador do Leixões, José Mota, realçou que a sua equipa fez um bom trabalho durante toda a partida e não vai ser por causa desta derrota que os jogadores vão desanimar e deixar de pensar, novamente, em conquistar o 1º lugar da tabela.

Beto, guarda-redes do Leixões foi o primeiro jogador a reafirmar aquilo que foi dito pelo técnico do clube. A equipa fez uma boa partida, jogou sempre com o mesmo objectivo, a vitória. Infelizmente no futebol ganha quem marcar e não a equipa que teve melhor desempenho dentro das quatro linhas.

O Leixões é sem dúvida, o clube revelação desta época por ter apresentado sempre a mesma consistência de resultados, o que lhe permitiu estar no 1º lugar da tabela classificativa até a esta jornada.

O trabalho de equipa é um dos pontos fortes que se tem verificado no Leixões. Só com esse pensamento e esforço é que a equipa conseguiu chegar tão alto. É evidente que o espírito de equipa, por vezes, faz com que mais do que se ter talento individual se consegue ter melhores resultados quando se trabalha em equipa.

Apesar desta derrota, a equipa está já a pensar no próximo jogo frente ao E. Amadora e este “acidente de percurso” não vai fazer com que os leixonenses deixem de lutar pela conquista de mais três pontos e possivelmente pelo regresso à liderança do campeonato português.