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Archive for Novembro, 2009

Por: Rui Moura Pinto

Tenho visto ultimamente na comunicação social Britânica e não só, cheias e mais cheias, floods e mais floods. Não se fala de outra coisa. Os Brit’s mais velhos dizem que nunca em toda a sua longa existência tinham visto umas floods assim. Ele é a água dos rios a passar por cima das pontes, ele é àgua pelas ruas, ele é àgua dentro das casas, ele é água por todo o lado.

Toda a gente está habituada a ver cheias nos países do terceiro mundo. A desgraça, a tragédia, o horror. Os países pobres não têm meios para combater as cheias. Na jóia da coroa há bombeiros profissionais, há ambulâncias topo de gama, carros de bombeiros topo de gama, equipamento do melhor, tecnologia de ponta, helicópteros, progresso, a civilização, o primeiro mundo. Pois de nada serve. Não há civilização que tenha mais força do que a força da natureza. E vemos a Britain a afundar. O país onde despoletou a indústria a ser engolido pela água como qualquer país do terceiro mundo. Vemos a nata da humanidade, loirinha e branquinha a soçobrar às forças da natureza como qualquer pretinho ou amarelinho.

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Por: Rafaela Ribeiro

José Luís Louzada, 49 anos, Engenheiro e professor do departamento Florestal da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro foi coordenador na investigação do método de datação de árvores até aos 3 mil anos em parceria com a empresa privada Oliveiras Milenares. Trata-se de um modelo inovador e único mundialmente, que tem como ponto de diferenciação não colocar em risco a sanidade das árvores.

Segundo o docente da UTAD, é um “modelo matemático que permite estimar a idade em função dos parâmetros dendométricos das árvores como o diâmetro, o raio, o perímetro, a altura, etc.” Desta forma é possível “datar as árvores através de um processo não destrutivo, fácil de aplicar no terreno, extremamente rápido e sem o uso de métodos muito complexos e tecnológicos, basta uma fita métrica e um computador para a realização da datação da idade”.

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Por: Tiago Mendes

Melhor remédio para esquecer a crise neste Natal parece ser… gastar dinheiro em prendas

Natal. Em tempos não muito remotos, este era o dia em que os portugueses tinham como tradição celebrar o nascimento de Jesus Cristo. As festividades começavam a 24 de Dezembro, com a noite de consoada. A família reunia-se para uma ceia especial, ia à igreja para ver o presépio e participar na missa do galo, beijava a figura do Menino Jesus e, no regresso, as crianças colocavam o sapatinho debaixo da chaminé, na esperança que o Menino lhes trouxesse um bom presente enquanto dormiam.

Actualmente, as festividades começam meses antes do dia de Natal. A figura imaculada de Jesus recém-nascido foi substituída por um velho e bonacheirão Pai Natal, que se veste de “encarnado coca-cola”. Ele vem do Pólo Norte para entregar às crianças os presentes que elas lhe pediram quando se sentaram no seu colo, junto a uma gigantesca árvore de Natal de um shopping. Tem sido assim desde que os portugueses ganharam poder de compra e se converteram aos mandamentos do consumismo para darem largas a uma nova espécie de potlatch, em que se oferece os melhores presentes, na expectativa de uma retribuição à altura.

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Por: Joana Vieira
 
2009 foi um ano negro para os incêndios em Portugal. Os dados da Autoridade Nacional de Protecção Civil (ANPC) indicam que o número de área ardida supera a dos últimos quatro anos. Em território nacional, e até Setembro, arderam cerca de 77 mil hectares, sendo que 72 por cento se refere a matos, o que significa que houve um menor impacto sobre a floresta. Paulo Fernandes é investigador e elemento do Grupo de Fogos da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD) e integra um estudo internacional sobre a resistência de algumas espécies de pinheiros aos fogos. Com a duração de quatro anos, o estudo caminha para o seu fim, mas o balanço é “positivo”. Paulo Fernandes acredita que se houver uma maior consciencialização por parte das pessoas na limpeza dos matos ou florestas luta-se para que o verde do país não se torne cinza. Com um financiamento por parte da Comissão Europeia que ronda os 12 milhões de euros e co-coordenado pelo Departamento Florestal da UTAD, este projecto insere-se numa “filosofia de abordagem” diferente e com um carácter singular, o uso do fogo no combate aos incêndios. 

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