Um texto excelente, de Luísa Teresa Ribeiro, que dedico a todos os meus alunos que já são verdadeiros super-heróis.
Nunca fui dada a ter grandes ídolos. Provavelmente, a única personagem de ficção que admirei foi o MacGyver, porque usava a inteligência como arma.Eu, que cheguei ao jornalismo mais por força de um processo de maturação do que por um sonho de juventude, senti esta quinta-feira uma verdadeira admiração por uma jornalista que tinha a missão (impossível) de cobrir três eventos que se realizam sensivelmente à mesma hora. Aqui está um MacGyver de carne e osso.À noite estive no São Mamede – Centro de Artes e Espectáculos, em Guimarães, a assistir a um debate sobre os jornalistas precários. E aí senti verdadeiramente admiração por quem persiste em lutar por um sonho. O meu herói MacGiver foi substituído por pessoas concretas. Há jornalistas que são, no dia-a-dia, super-heróis.

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